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O suborno do Presidente ao Humbah |
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Em 2005 após uma
doença prolongada falece, o pai de Humbah Aguiar. Dois anos
antes, Humbah tomou conhecimento da terrível doença, Tumor
Maligno de 3º grau. O médico fala com ele e avisa que, a doença
se encontra num estado avançado e que só um milagre, poderá
salvar o seu pai... - Quanto tempo falta?! - Três meses... -
respondeu-lhe, o médico. Entre o desejo de largar tudo e
acompanhar o pai nos últimos dias de vida e terminar o curso
para presentear o pai com o seu Diploma de formação superior,
antes que morra, porque sabia ele que seria algo que daria, ao
pai, o maior orgulho.. | |
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Quem
são os São-tomenses? |
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Choram em público, escrevem-se artigos, fazem-se
reportagens, até livros escreveram a dissertarem sobre,
a situação social dos ditos emigrantes Cabo-verdianos em
S. Tomé e Príncipe. Aqueles, os antigos contratados para
trabalharem nas roças, do antigamente, e os seus
descendentes. Até parece, até parece que naqueles
tempos, os, únicos, que eram contratados, para
trabalhar, eram Cabo-verdianos. Até parece que foram os
únicos que geraram descendentes. Até parece!!! | |
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São-tomenses Arte ou Paleio? |
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É preciso reconhecer, apoiar e valorizar os
nossos artistas ou os que fazem cultura em São Tomé e Príncipe,
para que, uma vez conquistado o espaço cultural são-tomense,
eles possam também, conquistar e levar a nossa cultura além
fronteiras. Pois a cultura é, indubitavelmente, um dos meios
cruciais de atracão, não só turística, como de investimento e
desenvolvimento do país. Já para não falar, da nova geração que
não tem referências culturais são-tomenses suficientes,
agarrando-se, consequentemente, a culturas de outros países. | |
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São-tomenses sem orgulho do seu país |
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É raro ver-se um angolano,
um brasileiro ou mesmo um guineense fazer-se passar por
outra qualquer nacionalidade que não a sua, já para não
falar dos cabo-verdianos. Além do sotaque ou mesmo do
crioulo, que não sendo a sua língua oficial, esses,
fazem questão de evidenciar como indicador de que
pertencem a sua comunidade. Os são-tomenses, além de não
falarem o seu crioulo, procuram ao máximo do ridículo,
sobressair-se com outros sotaques que não o seu e muitas
vezes, falando um crioulo que não o seu, para que de
forma alguma, sejam identificados como pertencentes a
sua comunidade. | |
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